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ANGRA NO MEIO DO MUNDO NO EQUADOR VERÃO

ANGRA NO MEIO DO MUNDO NO EQUADOR VERÃO
ANGRA NO MEIO DO MUNDO EM MACAPA NO EQUADOR VERÃO

sábado, 7 de janeiro de 2012

METAL DO AMAPA E DESTAQUE NACIONAL: ROADIE CREW





Live Evil


FESTIVAL QUEBRAMAR
Fortaleza De São José De Macapá - Macapá (AP)
06 a 11 de dezembro de 2011
Por Luiz Carlos Vieira

Havia uma certeza quando nos deslocamos à Macapá, capital do Estado do Amapá, para efetuar a cobertura do "Festival Quebramar", enfrentaríamos o inclemente calor equatorial que assola por aquelas latitudes. No entanto, diferentemente de outras capitais da região Norte, Macapá é abençoada por uma constante brisa que sopra do Rio Amazonas, tornando as noites muito mais agradáveis. Realizado pelo Coletivo Palafita, com apoio do Ministério da Cultura, Governo do Amapá e Petrobrás, o evento chegou a sua quarta edição consolidando-se como um dos maiores propulsores da cultura no Estado do Amapá. Foram seis dias dedicados à música, teatro, fotografia, dentre outras vertentes culturais.

Um dos grandes destaques do festival a se ressaltar é sua localização, à beira do Rio Amazonas, no anfiteatro da Fortaleza se São José de Macapá. Esta que é uma das maiores e mais belas fortificações do nosso país – foi construída no século XVIII pelos portugueses a fim de proteger as terras amazônicas. Contudo, felizmente, nunca fora utilizada para fins belicistas e atualmente é utilizada apenas para fins turísticos, servindo como belo "pano de fundo" para um dos melhores e mais promissores festivais do Norte do Brasil.

O cast é bem diversificado, abrangendo diversas vertentes musicais, desde o Marabaixo – dança típica do Amapá – até o Heavy Metal. Com o sábado totalmente dedicado ao Heavy Metal, os paulistanos do Torture Squad se apresentaram juntamente com bandas locais. Com o maior público do festival, a noite do Metal, também conhecida como Pólvora, teve início com a banda Novos e Usados, vencedora da seletiva do "Festival Quebramar". Em pouco mais de 20 minutos a banda apresentou seu competente Rock'n'Roll com letras de cunho sensual.
Na sequência, Matinta Perera, banda que tem seu nome inspirado em uma lenda do norte, apresentou seu Grind/Deathcore com algumas passagens interessantes, incluindo elementos de batuques de marabaixo, o já citado estilo local. Os macapaenses do Prolepse foram os próximos a se apresentar. Com influências de Offspring, Dead Fish e Bad Religion, mostrou seu Hardcore melódico ao público que a essa hora começava a chegar em peso. Outra banda de Hardcore veio a seguir, Radiovoxx, mantendo público aquecido. Paralelamente às apresentações musicais, a artista Roberta Carvalho apresentava seu projeto Symbiosis, onde arte e natureza se unem, criando uma escultura viva na copa de árvores, através de projeções de luz.
Uma das grandes surpresas da noite foi a Amatribo. Formada há aproximadamente nove anos, a banda surpreendeu pelo seu Thrash Metal influenciado por Sepultura e Overdose (fase Progress Of Decadence). Com músicas bem trabalhadas e cantadas em português, o grupo apresentou um set coeso, gerando uma ótima resposta do público presente, haja vista a experiência que têm na cena local. Ótimo show!

A seguir, outro grande representante do Thrash Metal amapaense, Profetika. Com momentos em que éramos remetidos aos alemães do Destruction e outros sob forte influência de Slayer, a banda apresentou ótimas composições de seu EP Serial Killer. Outro grande nome da cena amapaense, Amaurose, apresentou seu Death/Metalcore levando o público agitar constantemente durante o set. Restou evidente o respeito que o público do Amapá nutre por essa formação. Por momentos a sonoridade lembrava o saudoso Massacre.

Fechando a participação das bandas locais, o Marttyrium subiu ao palco e apresentou seu Death Metal com as composições de seu recente EP, Bloodbath. Uma das únicas locais a cantar em inglês, demonstrou o porquê de ser uma das melhores bandas do Amapá. Com um set enérgico o Marttyrium cumpriu muito bem seu papel de destaque antes dos headliners.

Após um curto intervalo e com o público devidamente aquecido e sedento por ouvir um dos maiores nomes da cena nacional, o Torture Squad sobe ao palco com Generation Dead, do mais recente álbum, Aequilibrium. Na sequência, mesmo com alguns problemas técnicos na guitarra de André Evaristo, o Torture mostrou toda sua experiência adquirida ao longo de quase 19 anos de estrada. Enquanto o problema técnico não era resolvido, Amilcar Christófaro chamou a "responsabilidade" para si, deixando o público boquiaberto com um estrondoso solo de bateria.

Problemas resolvidos, público ensandecido com a sequência de Living For The Kill, Unholy Spell e Raise Your Horns. A seguir, Vitor Rodrigues anuncia a próxima música e o mais recente videoclipe da banda, Holiday In Abu Ghraib. Era impossível ficar incólume à sequência apresentada. Chegara a hora da apresentação do novo integrante, o guitarrista André Evaristo. Após o anúncio, Storms e Black Sun foram as próximas a ser executadas. Com a promessa de regressarem ao Amapá, a banda ainda tocou Pandemonium e, para finalizar, anunciando o caos que se instalara no público, Chaos Corporation.

O Amapá nunca mais será o mesmo depois desta brilhante apresentação de Vitor Rodrigues, Castor, Amilcar Christófaro e André Evaristo! No dia seguinte, ainda houve oportunidade para alguns momentos de interação com os fãs e músicos da cena local. Em um dos prédios históricos localizados dentro da Fortaleza de São José de Macapá, houve um debate sobre os rumos do Metal, onde participei ao lado de Vera Kikuti (empresária do Torture Squad) e do baterista Amilcar Christófaro.

Após o divertido debate, ainda houve tempo para uma 'Rodada de Negócios', onde integrantes das bandas locais aproveitaram para esclarecer dúvidas e entregar material. Para finalizar o dia, o Torture Squad aproveitou o cenário espetacular da Fortaleza à beira do Rio Amazonas e realizou uma sessão fotográfica. Excelente festival com as bandas locais despontando, finalizado com uma verdadeira aula de simplicidade, simpatia e técnica do Torture Squad!



quarta-feira, 14 de dezembro de 2011

Homenagem: 10 anos sem Ckuck Shuldiner (Death)




Death, um dos maiores nomes na cena do Death/Progressive Metal se formou no ano de 1983 com o nome Mantas, e logo após, em 1984 mudou seu nome para Death. A banda tem um som extremamente agressivo e ao mesmo tempo linhas melódicas incríveis. No início da carreira eles eram puramente death metal, e com o passar do tempo foram dando alguns toques de progressividade, até que no seu último album de estúdio lançado em 1998 The Sound of Perseverance, ficaram muito progressivos. Uma coisa curiosa é que de 1984 até 1987 eles só lançaram demos.

MUITAS demos, 6 demos em 1984, 15 demos em 1985, 4 demos em 1986 e 1 demo em 1987, mesmo ano do primeiro album de estúdio Scream Bloody Gore. A banda possui 7 albuns de estúdio: Scream Bloody Gore (1987), Leprosy (1988), Spiritual Healing (1990), Human (1991), Individual Thought Patterns (1993), Symbolic (1995) e The Sound of Perseverance (1998).

A banda acabou em 2001 com a morte do vocalista e guitarrista Chuck Schuldiner. Outra coisa curiosa é a quantidade de ex-membros da banda, nada menos que 20 ex-membros, 7 guitarristas, 7 baixistas e 6 bateristas. Dia 13 de dezembro deste ano vão fazer 10 anos da morte de Chuck Schuldiner. O post está muito adiantado, mas eu estava ouvindo Death e resolvi postar agora mesmo. Chuck Schuldiner foi o único membro fundador que durou até o fim da banda. Death se resume ao Chuck, um dos gênios do death metal, que foi a cabeça por trás desta banda que já entrou na história como uma das primeiras bandas de death metal, pode se dizer que Chuck "criou" o death metal.



O mundo do metal fica de luto com a morte de Chuck Shuldiner, líder, cantor, guitarrista e principal compositor da banda Death, fundada por ele em 1983 com o nome de Mantas. Bem depois, em 1998, ele fundou a banda Control Denied. Foi, também, um grande inovador e o pioneiro do death metal (embora a criação do gênero possa ser atribuída a algumas bandas que precederam o Death e Man...tas) e foi um dos guitarristas de heavy metal mais influentes da história. O Death foi uma das primeiras bandas a implementar a estrutura do jazz no death metal.Chuck também é conhecido como Mr.Scarlate.

Valeu Chuck, vc contribuiu muito para a evolução do metal!! Eternamente DEATH!!!!


Vinii não é mais baterista da Amatribo




Por Jéssica Alves

O ano de 2011 foi bem agitado para a banda Amatribo, com o retorno das atividades, após 3 anos de ociosidade, o lançamento e divulgação do EP “AMATRIBO” . Em plena composição e produção de novos projetos, surgiu uma surpresa: a saída oficial do baterista Vinii.
Segundo informações da banda, o principal motivo para o ocorrido foi familiar e necessidades particulares do músico e após muita conversa eles decidiram seguir caminhos separados.
Marcos Vinícius Brito tocou por seis anos na Amatribo e através de suas influências voltadas para trash/death metal e bandas como Sepultura e Slipknot, compartilhou suas técnicas, o que repercutiu em um som mais pesado e rápido na banda.
“Gostaríamos de agradecê-lo por todos os anos de companheirismo, experiências e situações vividas juntos! Com certeza tudo ficará na memória. Desejamos boa sorte em todos os projetos de sua vida, a família AMATRIBO agradece”, ressaltou o vocalista e fundador da banda Maksuel.
A banda já cogita um novo baterista e um segundo guitarrista, que por enquanto apenas estão em fase de testes. Brevemente, o anuncio oficial dos novos integrantes será divulgado.

fonte: amatribowar.blogspot.com

Metal Open Air: primeiras atrações confirmadas

Por Juliana Negri

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A Negri Concerts, em parceria com a CKConcerts e Lamparina Produções anuncia as primeiras bandas confirmadas para o METAL OPEN AIR: trata-se do Blind Guardian, a maior banda de power metal do mundo e o Grave Digger, uma das bandas de heavy metal alemão mais tradicionais do cenário. Já as três primeiras atrações brasileiras confirmadas são as bandas Drowned (MG), Attomica(SP) e Terra Prima (PE).

Esse é só o início do anúncio das atrações! Os headliners e outras bandas nacionais e internacionais participantes do METAL OPEN AIR serão anunciados em breve.

O METAL OPEN AIR acontecerá em duas cidades da América Latina, sendo que a primeira confirmada é São Luís, no Maranhão. Durante os dias 20, 21 e 22 de abril, fãs de todo o país poderão conferir vinte das bandas mais importantes do heavy metal mundial e vinte das mais talentosas bandas do heavy metal brasileiro no Parque Independência. Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 5 de dezembro, através do site da Ticket Brasil.

Os ingressos serão vendidos em forma de passaporte, válido para qualquer um dos dias, dois dias ou todos os dias do festival. O preço é único. O mesmo vale para a área de camping. Pacotes turísticos com ingressos, passagens e hospedagem serão anunciados em breve.

Todas as informações sobre bandas, valor dos ingressos, camping e merchandising oficial do METAL OPEN AIR estará disponível no início de dezembro no site www.metalopenair.com. Sugerimos aos fãs que desejam acompanhar todas as novidades sobre o METAL OPEN AIR em primeira mão, que busquem acessar sempre as fontes oficiais dos promotores do evento.

Realização: Negri Concerts / CKConcerts
Promotor Local: Lamparina Produções

SERVIÇO – METAL OPEN AIR
Data: 20, 21 e 22 de abril
Abertura dos Portões: 09h
Início dos Shows: 13h
Local: Parque Independência
Endereço: Bairro São Cristóvão – CEP: 65055-420 - São Luís – Maranhão
Informações: www.metalopenair.com
Classificação Etária: 14 anos

INGRESSOS ANTECIPADOS
Passaporte Pista 1º Lote - R$ 350
Passaporte Camarote + Meet & Greet Area - R$ 850
Passaporte Camping: R$ 100 por pessoa

ATENÇÃO ESTUDANTES: Antes de adquirir o seu ingresso, confira como funciona a política de meia-entrada do estado do Maranhão.

PONTOS DE VENDA:
http://www.metalopenair.com
http://www.ticketbrasil.com.br

BLIND GUARDIAN - O Blind Guardian é uma banda de power metal formada na década de 1980 em Krefeld, na Alemanha. Eles buscam inspiração para suas músicas na cultura medieval, nas mitologias nórdica e grega e nas obras de J. R. R. Tolkien. Recentemente, em 30 de Julho de 2010, a banda lançou oficialmente seu novo álbum, “At the Edge of Time”, que será divulgado no Brasil com a turnê. Recentemente, entraram com a música “Sacred Words” no game Sacred II: Fallen Angel.

GRAVE DIGGER - Os alemães do Grave Digger iniciaram sua carreira no início da década de 80, quando o álbum de estréia “Heavy Metal Breakdown” atingiu as surpreendentes 40 mil cópias vendidas somente na Europa. A sonoridade de Grave Digger se caracteriza por um vocal grave e rasgado, riffs de guitarra pesados e passagens melódicas, principalmente nos refrões. Uma das principais bandas da Alemanha, foi líder do movimento FWOGHM (First Wave of German Heavy Metal), ao lado de Running Wild e Helloween. Um grande diferencial da banda é o mascote do grupo (presente nas capas dos álbuns desde 1994), com uma capa e capuz negros e máscara, lembrando a figura da Morte.

Tour 2011- do Comando Nuclear em Belem do Pará



quinta-feira, 24 de novembro de 2011

LIBERDADE A ROCK - DIA 26 DE NOVEMBRO AS 19:00 NA PRAÇA DA BANDEIRA

COLUNA METAL OPEN AIR EM APOIO AO FESTIVAL

Os Vikings suécos do AMON AMARTH (nome retirado da obra “O Senhor dos Anéis”, de J.R.R. Tolkien, e que significa a Montanha da Perdição na língua dos elfos) retornam em 2011 com seu oitavo álbum, que tem tudo para agradar os fãs que já apreciam o som banda, bem como para lhes trazer novos fãs devotos, tamanha a qualidade do lançamento que temos em mãos.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

E logo na primeira audição, podemos constatar que este “Surtur Rising” já se coloca entre os melhores lançamentos da excelente discografia destes suecos. Tudo aqui, desde a qualidade das composições e produção/gravação, até a arte gráfica, beiram à perfeição! O trabalho todo foi muito bem planejado e executado, e merece todos os elogios.

O som da banda continua seguindo a linha do death metal com elementos melódicos (a banda apresenta muitos mais elementos de death metal para ser taxada de” death metal melódico” simplesmente), com passagens épicas sensacionais, aliados à temática viking de forma primorosa, dando grande originalidade ao som do quinteto. E os mais de 20 anos de estrada (a banda começou em 1988 sob o nome “Scum”, apenas em 1992 se tornando AMOM AMARTH) fizeram bem à banda, pois a qualidade aqui é a tona do trabalho, mesmo nos pequenos detalhes de cada composição, o que torna este trabalho tão empolgante.

Johan Söderberg e Olavi Mikkonen, tanto nos riffs soberbos como nos solos melodiosos e complexos, são os grandes destaques da bolachinha, e fazem de cada composição uma viagem agressiva e intrigante ao tempo em que os vikings dominavam os mares nórdicos. Já Ted Lundström e Fredrik Andersson seguem destruindo tudo na cozinha matadora da banda. Além disso, o gigante Johan Hegg continua sendo um dos melhores vocalistas que o estilo já teve, e mais uma vez destrói tudo literalmente neste CD, transmitindo todo o ódio e agressividade que o estilo exige.

Faixas como a poderosa e épica “War of Gods”, a agressiva “Destroyer of Universe” (com Hegg em sua melhor forma, e solos alucinantes) e a cadenciada “Wrath of the Norsemen”, com riffs bem na linha thrash metal, são apenas alguns exemplos de um álbum em que todas as músicas merecem destaque.

A arte gráfica (mais um trabalho do brilhante Tom Thiel) também é belíssima, tendo por base a temática viking sempre seguida pela banda. Além disso, a produção e gravação do material é soberba, sendo todo o trabalho realizado por Jens Bogren.

Se não bastasse toda a qualidade do disco em si, a versão nacional ainda vem com um DVD bônus com 33 (isso mesmo, trinta e três!!!!) músicas ao vivo, gravadas em shows realizados entre 28 e 31 de dezembro, na Alemanha, nos quais a banda apresenta seus 4 primeiros álbuns na íntegra, shows estes todos com gravação profissional, e qualidade excepcional.

Sem dúvida nenhuma, um dos melhores lançamentos de 2011, e um dos melhores CDs da bela discografia destes suecos. E se alguém conseguir encontrar algum defeito neste trabalho, por favor me avise, pois por mais que eu tentei, não consegui encontrar nenhum. Corra já atrás do seu antes que a versão nacional se esgote.

Surtur Rising – Amon Amarth
(2011 – Paranoid Records - Nacional)

Formação:
Johan Hegg - Vocal
Johan Söderberg - Guitarra
Olavi Mikkonen - Guitarra
Ted Lundström - Baixo
Fredrik Andersson - Bateria

Track List:

CD:
1. War of the Gods
2. Töck s Taunt - Loke s Treachery Part II
3. Destroyer of the Universe
4. Slaves of Fear
5. Live Without Regrets
6. The Last Stand of Frej
7. For Victory or Death
8. Wrath of the Norsemen
9. A Beast Am I
10. Doom Over Dead Man

DVD:
1. Ride for Vengeance
2. The Dragons Flight Across the Waves
3. Without Fear
4. Victorious March
5. Friends of the Suncross
6. Abandoned
7. Amon Amarth
8. Once Sent From the Golden Hall
9. Bleed for Ancient Gods
10. The Last With Pagan Blood
11. North Sea Storm
12. Avenger
13. God, His Son and Holy Whore
14. Metalwrath
15. Legend of a Banished Man
16. Bastards of a Lying Breed
17. Masters of War
18. The Sound of Eight Hooves
19. Risen from the Sea
20. As Long as the Raven Flies
21. A Fury Divine
22. Annihilation of Hammerfest
23. The Fall Through Ginnungagap
24. Releasing Surtur s Fire
25. Death in Fire
26. For the Stabwounds in Our Backs
27. Where Silent Gods Stand Guard
28. Versus the World
29. Across the Rainbow Bridge
30. Down the Slopes of Death
31. Thousand Years of Oppression
32. Bloodshed
33. And Soon the World Will Cease to Be

Anathema: capa e release do novo álbum, Falling Deeper


Esta é uma notícia antiga, de 30/07/11. Visite as últimas notícias e matérias sobre Rock e Heavy Metal.

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Foi disponibilizado um teaser do novo álbum do Anathema. "Falling Deeper" apresenta releituras de antigas músicas, seguindo a linha que foi adotada no "Hindsight" de 2008. No link ao final além dos samplers você encontrará a capa para download em desktop.

A data de lançamento esta prevista para 05 de setembro de 2011.

Tracklist
Crestfallen / Sleep in Sanity 6.43
Kingdom 3.59
They Die 2.20
Sunset of Age 7.32
Everwake 3.09
We The Gods 3.00
I Made A Promise 4.10
Alone 6.36

Mais informações em:
http://www.kscopemusic.com/anathema/falling-deeper

Arch Enemy: banda se junta à ONG Anistia Internacional

A banda de Metal Sueca Arch Enemy se uniou com a organização não-governamental de Direitos Humanos 'Anistia Internacional' (Amnesty International) para a sua próxima turnê "Khaos Over Europe". A turnê vai começar na Suécia em 08 de novembro e traz a banda de volta aos clubes europeus depois de tocar muitos festivais de alto nível neste verão, bem como uma extensa turnê norte-americana e um show no Festival Loudpark no Japão. No seguimento da colaboração bem sucedida na recente turnê norte-americana, ambas as partes estão ansiosas para espalhar a palavra sobre a campanha "expressão de liberdade" da Anistia Internacional.

A Anistia Internacional vai estar presente em alguns shows durante a turnê e oferecerá informações adicionais para os fãs interessados nos locais dos shows.

Angela Gossow comenta: "Temos a Anistia Internacional conosco novamente na parte européia da turnê 'World Khaos' para apoiar a sua campanha "expressão de liberdade" e conscientizar as pessoas. Muitas pessoas sacrificam suas vidas para lutar contra o crime, terror e opressão. Elas estão sendo brutalmente assassinadas ou presas por simplesmente comunicar a verdade. Em homenagem à sua coragem excepcional e para trazer a justiça à eles (e às gerações que estão por vir) é importante apoiar a causa e continuar lutando pela liberdade! Cada um de nós pode fazer alguma coisa: Espalhar a palavra na sua rede social (sites), assinar petições, doar dinheiro, juntar-se a manifestações pacíficas - escolha o seu tipo de ativismo! Repressão fim. Permita a expressão! "

Jo Metcalf (Anistia Internacional): "Estamos muito animados que o Arch Enemy esteja apoiando o nosso trabalho sobre a liberdade de expressão. Temos sorte de ter o apoio de músicos e outros artistas que apreciam plenamente o valor de ser capaz de expressar a sua criatividade sem medo de prisão ou pior. Em algumas partes do mundo, perseguir um objetivo criativo - ou apenas falar livremente - pode levar à perseguição, perda de liberdade e até mesmo à tortura. Espero que todos que forem a um show do Arch Enemy se envolvam apoiando o trabalho da Anistia Internacional nesta área ".

A Anistia Internacional tem mais de 3 milhões de adeptos, membros e ativistas em mais de 150 países, cujo principal objetivo é fazer campanha para que os direitos humanos internacionalmente reconhecidos sejam respeitados e protegidos. Certifique-se também visitar os sites locais da Anistia Internacional para saber mais sobre seu trabalho fantástico para proteger os direitos humanos:
http://www.br.amnesty.org

Metal Open Air: anúncio oficial do festival no Maranhão


Segue press-release oficial do festival internacional METAL OPEN AIR que ocorrerá em São Luís, Maranhão. O press release foi liberado em festa ocorrida em São Luís, com show da banda Hibria e presença de Edu Falaschi, Dick Siebert, Andre Matos, Vitor Rodrigues e Alex Camargo.

O FESTIVAL QUE FARÁ O BRASIL TREMER

A Negri Concerts e um promotor europeu a ser divulgado, em parceria com a Lamparina Produções, anunciam para 2012 um festival internacional que fará o brasil tremer.

O festival, que vem sendo planejado há vários meses, acontecerá em duas cidades da América Latina, uma delas no Brasil, São Luís, no Maranhão. Durante os dias 20, 21 e 22 de abril, fãs de todo o país poderão conferir em São Luís quarenta das bandas mais importantes do heavy metal (vinte delas internacionais e vinte nacionais). Os ingressos começam a ser vendidos a partir do dia 5 de dezembro, através do site da Ticket Brasil.

O festival tem apoio da prefeitura de São Luís e do grupo Cidade de Comunicação (emissora da rede Record no Maranhão). Negociações já foram feitas com a prefeitura para a viabilização de um festival de nível internacional na cidade, incluindo ações nas áreas de transporte, turismo e segurança.

O evento ocorrerá no Parque da Independência, local com capacidade para receber até 80.000 pessoas, em dois palcos paralelos, de mesmo porte, alternando as atrações.

A primeira leva de bandas confirmadas, bem como mais informações sobre o festival, serão anunciadas no dia 23 de novembro.

Informações sobre valor dos ingressos, camping e merchandising oficial do METAL OPEN AIR estarão disponíveis no início de dezembro.


Eduardo Ardanuy é um guitarrista brasileiro que foi eleito pelos leitores da Revista Cover Guitarra como o melhor guitarrista do país nos últimos 10 anos, e é considerado como um dos melhores do mundo.

Atualmente toca na banda Dr. Sin, solo, e em projetos paralelos (como o Tritone). Um dos grandes marcos de sua carreira foi ter tocado com Steve Vai em um show no Rio de Janeiro, sendo convidado pelo próprio devido a amizade feita com o guitarrista em um show de abertura.

Discografia

Com a Chave do Sol

Com o Anjos da Noite

Com o Supla

Com o Dr. Sin

Álbuns de estúdio

Informações básicas

Fonte

A descrição acima é do artigo Edu Ardanuy da Wikipédia, licenciado sob CC-BY-SA, lista completa de contribuidores aqui. As páginas de comunidade não estão associadas, tampouco endossadas por, qualquer pessoa associada ao tópico.

NOTA DE ESCLARECIMENTO SOBRE WACKEN NO MARANHÃO

Rumores sobre realização do Festival Wacken Rocks Brazil e Chile Open Air - Pronunciamento dos organizadores do W:O:A

Segundo os Organizadores do Wacken Oper Air : Devido aos recentes rumores circulando pela internet sobre Wacken Rocks Brazil e Wacken Rocks Chile fomos forçados a nos pronunciar sobre o fato. Parece que existe um festival de metal que irá acontecer na América do Sul e está utilizando a marca W:O:A para sua divulgação. Vimos através desta, informar que não temos nenhuma associação ou conexão com este possível evento. Este evento não foi organizado ou autorizado pelo Wacken Open Air .Os organizadores foram advertidos e lhes foi enviado estritas adversões sobre a não utilização de nossa marca em qualquer tipo de mídia. Nós não estamos julgando a qualidade deste evento, nem mesmo o profissionalismo dos organizadores mas gostaríamos de deixar as coisas bem claras para que os fãs saibam o que está acontecendo e evitar mal entendidos.
Thomas Jensen (organizador W:O:A): "Após sermos informados a respeito destes rumores, fomos obrigados a agir de fato e advertir as pessoas responsáveis. Queremos evitar desapontamentos para os Metalheads na América do Sul, sendo que todos associam Wacken com espírito e esforço. Portanto achamos que é nosso trabalho deixar as coisas claras para os Wacken Metalheads e por favor, avisem a todos que não temos nada a ver com este evento anunciado e que não há nenhum tipo de permissão legal para que nosso logo W:O:A ser usado."

Aproveitando o momento, nós gostaríamos de dizer a todos vocês que novamente estamos aguardando nossos convidados da América sdo Sul para o W:O :A 2012!
Holger Huebner (organizador W:O:A): "Por um lado, W:O:A é feito pelas bandas e pelo local do show mas isto não é o mais importante, W:O:A é atmosfera e são os fãs.
Ano após ano, os Metalheads da América do Sul são responsáveis por uma grande parte desta atmosfera!"

Para todos aqueles que estão um pouco desapontados, nós gostaríamos de recomendar o W:O:A Metal Battle. Isto acontece ao mesmo tempo em 31 países ao redor do mundo. Toneladas de shows ao vivo e entre eles, no Brazil, já tivemos um vencedor internacional (Torture Squad ).
Informaçoes acima nao e a opinião do blogger

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

"Kairos" - Sepultura


Em primeira mão, apenas três dias depois do lançamento oficial, pude escutar o 12 trabalho de um dos maiores ícones brasileiros no heavy metal, Sepultura. Intitulado "Kairos", nesse álbum, podemos encontrar itens que consagrou a banda mineira: tradição, metal na veia, distorção ensurdecedora e ritmos brasileiros.

Muita gente torceu o nariz para os álbuns na fase pós Max Cavalera e com a entrada de Derick Green, como Dantes XX I(2006) ou A-Lex (2009). Esses últimos considero bons álbuns, mas ao ouvir "Kairos", não tive como me conter. A qualidade deste álbum é gritante e está muito mais empolgante.

riffs espetaculares, a bateria bem trabalhada, passando pelo vocal, mixagem, e os solos perfeitos de Andreas Kisser, relembrando os tempos áureos de "Arise".

O álbum

Palavra vinda do grego, "Kairos" possui um significado relacionado à tempo (bem representado também na arte da capa), com isso o Sepultura faz uma viagem pela sua própria história e a narra em suas letras, como bem contou o baixista Paulo Jr. Os temas líricos também repreendem os severos críticos anônimos de internet que, segundo eles, têm sido muito injustos em seus julgamentos sobre a banda. O álbum pode então ser, de certa maneira, considerado conceitual como seus dois antecessores A-Lex (baseado em A Laranja Mecânica de Anthony Burgess) e Dante XXI (sobre A Divina Comédia de Dante Alighieri)
A primeira faixa, "Spectrum" inicia bem condensada e até simples, com riff porrada de Kisser. O vocal de Green marca uma nova fase na sonoridade da banda, e co toques do que virá a seguir.

A faixa título "Kairos" vem com riffs abafados. A faixa é um thrash "mid-tempo" bem pesado e com sinais de criatividade muito interessantes de Andreas Kisser. O vocal de Derrick nessa música impressiona e a bateria de Jean, mesmo que simples cumpre bem o papel. Gostei =)

"Relentless", a terceira do álbum, revela-se muito pesada e tem muito groove, porém aqui a velocidade começa a aumentar. Destaque para o solo. Kisser kicks ass! A primeira intro do álbum ("2011") dá as caras, sem tirar muito a coesão do trabalho, até que "Just One Fix", cover do Ministry soa nos auto-falantes.

Muitos odiaram mas como é uma resenha, adianto que achei demais bacana a versão do Sepultura. Um outro resenhista destacou que esse é um Sepultura recente voltando pouco a pouco para as suas "Roots". Concordo. E acrescento que houve bom amadurecimento nos anos sem os Cavalera.

A sexta música "Dialog"parece como a divisora das duas eras. A faixa que no início tem uma levada bem contagiante e atual, vai ganhando peso, até que um excelente solo (mais um), serve de porta de entrada para as palhetadas monstruosas de Kisser, e como intro da próxima música.. "Mask".

Essa ja destaco como uma de minhas favoritas. As guitarras vem pedindo espaço, anunciando o massacre que está por vir. O que dizer então da bateria pesadíssima e dos blast-beats no refrão. Uma surpresa e tanto não, Viúvas do Cavalera??

temos a breve "1433" que dá lugar a 'Seethe", outra faixa que já é conhecida dos headbangers, já que a mesma vem sendo executada a alguns meses nas apresentações da banda. Velocidade e peso é o que temos aqui.

Born Strong", que nos remete aos tempos de "Arise", grande faixa. Embrace the Storm", é provavelmente a composição do álbum que mostra a maior coesão dos membros da banda, com um merecido destaque para Jean e Kisser. Penúltima intro ("5772") e damos de cara com a música mais Thrash do trabalho. Remetendo sem exagero digo a algo de Schizophrenia/Beneath The Remains/Arise, "No One Will Stand" destrói tudo.

A 14º faixa "Structure Violence (Azzes)" é a mais experimental do álbum o que não faz a mesma ruim - longe disso. Contando com a parceria do grupo percussivo francês "Les Tambours du Bronx" a faixa se mostra deveras interessante, assim como "4648" que fecha o melhor álbum do Sepultura atual.

Tracklist:

1. "Spectrum" (4:03)
2. "Kairos" (3:37)
3. "Relentless" (3:36)
4. "2011" (0:30)
5. "Just One Fix (Ministry cover)" (3:33)
6. "Dialog" (4:57)
7. "Mask" (4:31)
8. "1433" (0:31)
9. "Seethe" (2:27)
10. "Born Strong" (4:40)
11. "Embrace the Storm" (3:32)
12. "5772" (0:29)
13. "No One Will Stand" (3:17)
14. "Structure Violence (Azzes)" (5:39)
15. 4648 (00:29)
16. Firestarter (The Prodigy Cover) (04:30)
17. Point Of No Return (03:24)

KAIROS foi gravado nos Estúdios Trama, em São Paulo, entre os meses de fevereiro e março/2011, com produção de Roy Z (Judas Priest, Halford, Bruce Dickinson, Helloween).

Podem ter cuspido, chamado de morto, apedrejado, mas o Sepultura resistiu e nos brinda com mais um ótimo trabalho. Com toda a certeza a banda continuará firme e forte em seu trabalho, merecido de reconhecimento, independente de formações.
Grande Workshop com Eduardo Ardanuy e Fabio Kufa
Dia 21 de dezembro em Macapá
Informações: Eletronica Imperial
Fone: (96) 8137-6743
Grande Workshop com Edu Ardanuy & Fabio Kufa
Bom presente de fim de ano!

Força, Paulo!!!

Por jessica G3


Hoje meu post é uma solidariedade com um dos guitarristas que admiro muito: Paulo Schroeber, da banda Almah, que recentemente precisou se afastar das atividades da banda devido um preocupante problema de coração, e obedecendo recomendações médicas, deve ficar de repouso por tempo indeterminado.Em seu lugar, foi escalado Ian Bemolator, músico da banda brasiliense DARK AVENGER. Nesta quinta-feira dia 3 de novembro, o guitarrista postou um comunicado aos fãs da banda.

Comunicado oficial de Paulo:

“Possuo um problema hereditário grave desde pequeno, que é miocardiopatia dilatada (coração aumentado), e não estou 100% seguro que darei tudo de mim nesse momento nos shows do Almah, e por conseguinte não poderei comparecer aos eventos de final de ano da banda, pois estou em tratamento intensivo e preciso de mais tempo para me recuperar, pois é uma doença que tem seus altos e baixos, o que é normal do quadro, e são coisas que eu já estou habituado já faz tempo, pois nasci com esse problema.

Mas mesmo não me sentindo ainda com todo meu potencial, continuarei a trabalhar na divulgação de meu trabalho no Motion, e nas gravações de futuros clipes da banda.

Acredito que com todos esses problemas, sempre há de aparecer o lado positivo, pois nos tornamos muito mais unidos atualmente, e o espírito de banda e unidade está cada vez mais presente e forte, pois com todas essas dificuldades posso afirmar que o Almah tornou-se uma grande família para todos nós, pois com toda a certeza, e falando de coração aberto, sinto que estou tocando com meus amigos, acima de todas as coisas, seja lá o que for, pois grana ou reconhecimento estão muito abaixo disso.

Tenho certeza que meu sub fará um trabalho competente e que logo em 2012 estaremos novamente juntos para botar para fuder, e mostrar a que o Almah realmente veio.

Agradeço o suporte de todas as pessoas, dos meus parceiros de banda, e principalmente dos fãs, que sem eles nada disso poderia ser concretizado.

Muito obrigado a todos de coração.
Paulo Schroeber.”

World Misanthropy - Dimmu Borgir

DVD duplo da Dimmu Borgir, nacional graças à Laser Company (www.lasercompanymusicstore.com.br). E o melhor: no auge da banda, quando teclado ainda era mais discreto! Quanta coisa legal, né? Entretanto, bom, vai acompanhando tudo, e veja se concorda com a resenha.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.
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Começando a falar da capa, sempre maravilhosa quando se trata de Dimmu Borgir. Bela arte. Já o encarte, embora seja bonito, é bastante simples. Aqui sim, faltou um cuidado especial do grupo. Mas tudo bem, se considerarmos que o produto tem quase dez anos de vida e na época, provavelmente a preocupação com o visual do DVD era uma questão secundária.

Talvez também por essa despreocupação, não há menu animado. Entretanto, há a opção de legendas em português, e os botões também vêm escrito em nossa língua. Ponto positivo!

Ao dar o play, o primeiro estranhamento: o show começa de repente, sem nenhuma introdução. Vem a música e boa. Cadê as preliminares? Bom, beleza, seguindo em frente.

As imagens da primeira música – “Blessing upon the Throne of Tyranny” - estão meio granuladas, com edição tradicional, mas cheia de fusões longas, o que chega a ser cansativo. Além disso, a imagem está em widescreen, mas a adaptação para full deixou a imagem levemente esticada. Provavelmente foi algo a ver com a conversão do material com padrão europeu. Enfim, e o som não está tinindo, mas apenas mediano e com os bumbos da bateria, baixos. Com isso, perde-se um pouco do peso das composições.

Prosseguindo com a análise, outra surpresa que pode não agradar a todos: as músicas estão intercaladas com cenas dos bastidores, que mostram brincadeiras e imagens de gosto duvidoso, alternadas com momentos sérios, como ensaios e gravações de estúdio.

Quando volta à segunda música, que faz parte de outra apresentação, nota-se uma melhora de som e imagem. Ok, dessa vez, a bateria encobre quase tudo, mas ainda sim, está melhor do que na faixa anterior. Em relação à performance no palco, pode-se afirmar que a banda está de parabéns, já que agitam de verdade e passam o sentimento de empolgação, tanto ao público presente na apresentação, quando a quem assiste ao vídeo, algo que não ocorre no DVD posterior dos noruegueses – “The Invaliable Darkness”, de 2008 (ler resenha em http://somextremo.blogspot.com/2011/07/dvd-dimmu-borgir-invaliable-darkness.html).

E nesses intervalos entre um som e outro, vem algo de conteúdo interessante: os integrantes da banda (na época) dão seus depoimentos, contando como entraram no mundo da música e posteriormente na Dimmu Borgir. Aliás, Silenoz fala de forma brevíssima como, desde os primórdios, o sexteto iniciou suas atividades, algo realmente válido nesse DVD.

Entre os destaques das entrevistas, vale citar Shagrath revelando ser muitiinstrumentista (imagino que não seja segredo, mas enfim...) e também o fenomenal Nicholas Barker contando quem são suas maiores influências na bateria. E cabe aqui mencionar um trecho curto mostrando o cara moendo a bateria em um dos “intervalos” das músicas. Show!

Voltando à banda ao vivo: destaques para “The Insight and the Catharsis”, “Tormentor of Christian Souls”, “Kings of the Carnival Creation” e a violentíssima “The Maelstron Mephisto”. Todas excelentes, podem acreditar. Terminam bem a primeira parte do DVD 1.

Ainda no mesmo disco, eis a segunda parte, com músicas tocadas em Stuttgart, na Alemanha. Bom... parecia algo novo, mas não passa da repetição das músicas já vistas, sem os intervalos. A mesma coisa vale para a suposta terceira parte do DVD, que traz imagens do show no Wacken Open Air, também na Alemanha. Muito estranho e mal organizado essa mídia.

Bem, melhor ver a segunda bolachinha então. Nela não há uma ordem específica para assistir às opções, então, começo falando que uma delas mostra a Dimmu Borgir em gravações amadoras nos “clipes” (entre aspas mesmo) feitos em 1995, 97, 99 e 2001. Bom, valem pela importância histórica e só. Na música “Alt Lys er Svunnet Hen” (95), por exemplo, é interessante ver a banda somente como um trio. Em “Spellbound (by the Devil)”, é usada a música de estúdio no vídeo, feito com imagens de várias apresentações da banda, provavelmente algo feito por um fã. Você nota a falta de sincronismo entre som e imagem, mas no geral, até que ficou legal.

Depois vem “Arcane Lifeforce Mysteria”, num esquema meio parecido com o “clipe” anterior, embora mais profissional. Realmente, o pessoal estava tocando essa música, e tentaram sincronizar tudo com a versão de estúdio da composição. As imagens ficaram levemente escuras, mas tudo parece ser do mesmo show, diminuindo o estranhamento nas diferenças de qualidade das cenas.

O último dos registros é o que mais se aproxima de fato de um clipe. Foi feito ao vivo no próprio Wacken, e novamente repetiram o processo da faixa citada no parágrafo anterior, na qual sincronizaram a música de estúdio com as imagens do show. Agora entendo porque Nick Barker estava com fones de ouvindo escutando metrônomo.

Após as quatro demonstrações, hora de ver uma imensa galeria de fotos, que mostram cenas do cotidiano, shows, amigos, poses promocionais e outras coisas. Para quem curte fotografias, esse é um prato cheio.

E tome mais cenas dos bastidores da banda, que emendam em mais registros amadores do grupo tocando. Pelas terras baixas (Holanda?), Estados Unidos e México, lá está o black metal norueguês.

Mas o melhor material aqui são as três canções que a Dimmu Borgir executa na Polônia. As imagens estão melhores. Já o som, está mediano apenas. Ainda sim, é o momento em que o pessoal mais agita no palco, isso sim é bom. Um grande registro. Só uma pergunta: cadê o tecladista, que não aparece nas filmagens?

Bom, é lógico que os créditos finais também estão lá, em um botão específico.

Bom... as conclusões: faltou de fato um show completo do grupo, ainda mais por se tratar de um disco duplo; poderia haver mais cuidados com imagem e som nas gravações; por se tratar, segundo o encarte, do primeiro registro audiovisual oficial, deveriam ter feito algo mais elaborado; o material não é ruim, mas com certeza não é uma maravilha. Sinceramente, o produto é mais destinado a quem realmente é fã da banda. E tenho dito.

DVD Dimmu Borgir – World Misanthropy
Laser Company – 2002 – Noruega
http://www.myspace.com/dimmuborgir

Disc 1
1. Blessings Upon the Throne of Tyranny - Wacken 2001 05:22
2. The Blazing Monoliths of Defiance - Stuttgart 4/4/01 04:44
3. Indoctrination - Wacken 2001 06:10
4. The Insight and the Catharsis - Stuttgart 4/4/01 07:08
5. Puritania - Wacken 2001 03:06
6. Tormentor of Christian Souls - Stuttgart 4/4/01 05:30
7. Kings of the Carnival Creation - Wacken 2001 07:57
8. The Maelstrom Mephisto - Stuttgart 4/4/01 04:45
TOTAL 1:35

Disc 2
1. Stormblast - Poland 1998 04:34
2. Entrance - Poland 1998 04:17
3. Hunnerkongen Sorgsvarte Ferd Over Steppene - Poland 1998 02:57
4. Alt Lys Er Svunnet Hen - 1995 04:38
5. Spellbound - 1997 04:05
6. Arcane Lifeforce Mysteria - 1999 06:58
7. Puritania - 2001 03:06
TOTAL 0:45

O programa interferecia comenta cd (anonymous hate) - TV tucuju-AP (rede tv)


O programa inteferencia do Amapa : com o apresentador darlam estarão fazendo comentarios sobre o lançamento do Cd da banda de grind death metal anonymous hate, Em um comentario Fabricio Goes divulga no facebook, na TV Tucuju-AP(rede teve )

fabricio goes--- o Darlan vai comentar sobre nosso cd a semana inteira no programa dele da tv tucuju 23:30

Jordpuls - Vintersorg

Após quatro longos anos de silêncio desde o excelente álbum Solens Rötter, lançado em 2007, o VINTERSORG reaparece para a grande alegria dos fãs da música extrema com Jordpuls ("O Pulso da Terra”, em sueco), seu mais novo trabalho.

O texto representa a opinião do autor e não a opinião do Whiplash! ou de seus editores.

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Muito bem, a fórmula é basicamente a mesma utilizada não somente no álbum anterior, mas ao longo da trajetória destes suecos. Todo o trabalho é cantado no idioma nativo e ao longo dos quase 47 minutos de audição, os fãs irão se deparar com riffs de guitarra poderosos e rápidos, vocais limpos que se alternam com os rasgados e agressivos, excelente marcação na bateria e refrãos contagiantes.

De cara já nos deparamos com “Världsalltets Fanfar”, cujos 4 segundos iniciais nos mostram um Vintersorg calmo e praticamente atmosférico - puro engano. A música é porradaria pura e certamente é a mais rápida do álbum. A faixa seguinte, “Klippor Och Skär”, também de começo mais lento e andamento mais acelerado posterior, é recheada com teclados que dão uma ambientação e que justificam o estilo folk da banda.

As faixas seguintes que mais se destacam são “Mörk Nebulosa”, com uma bateria rápida, precisa e bem marcante; “Skogen Sover”, de início bastante devagar, suave e com um som de fundo que mistura um uivo de lobo ao vento, transportando os ouvintes para o alto de uma montanha nas terras geladas; “Vindögat”, trazendo linhas vocais extremamente rasgadas e agressivas em grande parte da música e que em alguns momentos se harmonizam com vozes mais calmas e limpas, finalizando com um coro que lembra um hino de guerra.

Enfim, Jordpuls não é aquele tipo de álbum que mostra um VINTERSORG diferenciado e repleto de novidade. Pelo contrário. Mas uma coisa é fato: eles continuam bons, técnicos, fiéis e fazendo música cheia de honestidade e muito, mas muito respeito e dignidade.

Line-up:
Vintersorg – Vocais, Guitarra, Teclado, Baixo, Efeitos Digitais, Bateria Programada
Mattias Marklund – Guitarra

Faixas:
1. Världsalltets Fanfar
2. Klippor Och Skär
3. Till Dånet Av Forsar Och Fall
4. Mörk Nebulosa
5. Stjärndyrkan
6. Skogen Sover
7. Vindögat
8. Palissader
9. Eld Och Lågor

Clawn lança novo CD

O 11/11/11 não foi inesquecível somente para os amantes de Black Sabbath. Os fãs de brutal death também estão comemorando o lançamento do novo álbum da Clawn - "The Great Excuse to Domination" - realizado no mesmo dia. São doze músicas em mais de cinquenta minutos de duração.
Para adquirir o disco, basta entrar em contato diretamente com os integrantes da banda pelos e-mails clawn.brutaldeath@gmail.com e rodolfocarrega@gmail.com.


Track list
1- Hateful Redemption
2- Unrelenting Need to Kill
3- Religious Plague
4- Disbelief
5- Last Hours of Humanity
6- Sinner
7- Battlefields
8- Fear the Truth
9- Cursed Inherintance
10- Blessed by the Fake Light
11- Revelations of Tormented Thoughts
12- Oblivion

http://www.myspace.com/clawnbrutald

Slasher – Pray for the Dead


Slasher – Pray for the Dead
Independente – 2011 – Brasil

Embora já não seja segredo, a Slasher é uma grande revelação do thrash metal nacional. A banda continua com bastante repercussão na mídia especializada por causa desse álbum aqui e logicamente que isso é justificável. Afinal, “Pray for the Dead” é um ótimo disco de música extrema.
Nas onze faixas que constituem o trabalho, verifica-se que o grupo, de certa forma, conseguiu soar diferente de tantos outros conjuntos do país, que se limitam a voltar somente à fase clássica do estilo. Que fique claro que isso de forma alguma é pejorativo, já que o thrash clássico é essencial! Mas o pessoal de Itapira/SP conseguiu dar um toque de modernidade ao seu conteúdo.
Isso pode ter a ver com a excelente produção do CD, cristalina e pesadíssima, que deu uma característica bastante contemporânea à gravação.
Além disso, a Slasher não se prendeu à velocidade do thrash o tempo todo. Não. Eles souberam compor grandes estruturas, que acarretam em inúmeras mudanças de ritmo e no fim das contas, criaram um álbum bastante consistente.
Destaque para “’Till the End”, por ser bastante trabalhada, apresentar surpreendentes trechos com vocais limpos e um blast beat de moer ossos, além do belo solo encaixado na faixa, a mais completa do disco.
O encarte também é bem produzido, com uma capa legalzinha e arte gráfica simples, porém eficaz. Isso mostra profissionalismo de uma banda que, mesmo com um play independente, quer decolar no underground. Investimento que vale a pena.
E mais duas constatações: primeiramente, a voz de Daniel Macedo é muito boa e raivosa, perfeita para o thrash metal. Bom, e o baterista Alyson Taddei é bastante técnico e dá um verdadeiro show. Apenas nas partes velozes, talvez seria mais interessante se o músico tocasse o chimbau de forma dobrada, e não somente dando suporte ao bumbo. Um detalhe praticamente imperceptível, mas puxa, para um cara que é fã de bateristas, como este que aqui resenha, esse “desabafo” precisava ser colocado para fora.
Por tamanha competência é que a Slasher vem conquistando o merecido espaço no cenário fechado que é o underground brasileiro. “Pray for the Dead” já pode ser adicionado à lista de clássicos do thrash. Alguém discorda?
Abaixo, três clipes que mostram o poder do quinteto: “Broken Faith” (live), “Time to Rise” e “Hate”.